Mudanças de paradigmas para uma nova ordem mundial
Mudanças de paradigmas para uma nova ordem mundial
Publicado em: 09/11/2010
O atual sistema capitalista imposto pelo mercado vem se mostrando cada vez mais instável e perigoso no que tange as políticas econômicas de todo o mundo, em especial, a fragilidade dos países emergentes que se encontram cada vez mais alienados e reféns das grandes potências mundiais denominadas de mais "desenvolvidas".
Desta forma, tornou-se banal o acompanhamento diário de noticiários sobre os impactos e fragilidades atualmente vivenciados pelos países em desenvolvimento ou emergentes, no atual cenário contemporâneo, onde os efeitos econômicos assumem proporções globais num efeito "dominó" derrubando todas as economias mundo a fora.
Esta fragilidade pode ser evidenciada pelas recentes crises econômicas de algumas potências como o EUA e alguns países europeus, onde na maioria das vezes coube aos países emergentes, assim como o próprio Brasil, absorver e financiar um alto preço de uma dívida que por natureza não é sua, mas que impacta diretamente no seu desenvolvimento e evolução, gerando incertezas e dificuldades a toda uma nação.
Além desta dependência e alienação, torna-se possível notar também os grandes desafios econômicos encontrados pelos países em desenvolvimento, como o aumento de políticas protecionistas, muitas vezes injustas que fragilizam e instabilizam o fortalecimento e o desenvolvimento destes países.
Diante desta problemática, pergunta-se: Seria possível mudar este cenário? Talvez esta seja a principal fonte de preocupação e interesse de muitos líderes de países emergentes por todo o mundo, no propósito de encontrar soluções alternativas para a mudança deste paradigma, onde, poucos ditam as regras de todas as nações "menos importantes". Esta mudança já pode ser observada na formação de algumas estratégias políticas como a formação de blocos econômicos onde a união parece ganha forças e expressão de notaridade no mercado global.
Porém, além da união a real mudança parece ser possível somente com o questionamento e a reformulação do atual modelo econômico que se apresenta cada vez mais decadente e ineficiente aos problemas políticos, econômicos e sociais. Assim, uma luz se acende para uma nova ordem mundial, onde a fragilidade dos países em desenvolvimentos possa assumir o posto do desenvolvimento constante, com políticas que garantem princípios como a igualdade, a sustentabilidade e o bem estar de todos, segundo seus próprios méritos e virtudes e não mais sobre as formas de alienação e injustiças impostas pelo atual e decadente modelo capitalista.
(Artigonal SC #3637945) Donizeti Leandro de Souza -Administrador de empresas
Publicado em: 09/11/2010
O atual sistema capitalista imposto pelo mercado vem se mostrando cada vez mais instável e perigoso no que tange as políticas econômicas de todo o mundo, em especial, a fragilidade dos países emergentes que se encontram cada vez mais alienados e reféns das grandes potências mundiais denominadas de mais "desenvolvidas".
Desta forma, tornou-se banal o acompanhamento diário de noticiários sobre os impactos e fragilidades atualmente vivenciados pelos países em desenvolvimento ou emergentes, no atual cenário contemporâneo, onde os efeitos econômicos assumem proporções globais num efeito "dominó" derrubando todas as economias mundo a fora.
Esta fragilidade pode ser evidenciada pelas recentes crises econômicas de algumas potências como o EUA e alguns países europeus, onde na maioria das vezes coube aos países emergentes, assim como o próprio Brasil, absorver e financiar um alto preço de uma dívida que por natureza não é sua, mas que impacta diretamente no seu desenvolvimento e evolução, gerando incertezas e dificuldades a toda uma nação.
Além desta dependência e alienação, torna-se possível notar também os grandes desafios econômicos encontrados pelos países em desenvolvimento, como o aumento de políticas protecionistas, muitas vezes injustas que fragilizam e instabilizam o fortalecimento e o desenvolvimento destes países.
Diante desta problemática, pergunta-se: Seria possível mudar este cenário? Talvez esta seja a principal fonte de preocupação e interesse de muitos líderes de países emergentes por todo o mundo, no propósito de encontrar soluções alternativas para a mudança deste paradigma, onde, poucos ditam as regras de todas as nações "menos importantes". Esta mudança já pode ser observada na formação de algumas estratégias políticas como a formação de blocos econômicos onde a união parece ganha forças e expressão de notaridade no mercado global.
Porém, além da união a real mudança parece ser possível somente com o questionamento e a reformulação do atual modelo econômico que se apresenta cada vez mais decadente e ineficiente aos problemas políticos, econômicos e sociais. Assim, uma luz se acende para uma nova ordem mundial, onde a fragilidade dos países em desenvolvimentos possa assumir o posto do desenvolvimento constante, com políticas que garantem princípios como a igualdade, a sustentabilidade e o bem estar de todos, segundo seus próprios méritos e virtudes e não mais sobre as formas de alienação e injustiças impostas pelo atual e decadente modelo capitalista.
(Artigonal SC #3637945) Donizeti Leandro de Souza -Administrador de empresas

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