quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
L Í R I O
L Í R I O
( JP Sindy 21.09.2009)
PÁLIDO,LÍVIDO
FLOR DELICADA, FRÁGIL
DE BELEZA IMPAR
EXPRESSÃO DA UNICIDADE DA VIDA
LINDA , FOFA , MACIA
DIGNA DE ADMIRAÇÃO E CONTEMPLAÇÃO
PERFUME PRÓPRIO INCONFUNDÍVEL
QUE RESSALTA A SENSIBILIDADE, O PRAZER
IMPOSSÍVEL ENCONTRAR OUTRA IGUAL
QUE APRESENTE TANTAS EMOÇÕES
E TRANSBORDE OS LIMITES DA COMPREENSÃO
COMO SIMBOLO E EXPRESSÃO DO VERDADEIRO AMOR
PELAS CORES E SIMBOLOS QUE NOS REMETEM AS ORIGENS.
( JP Sindy 21.09.2009)
PÁLIDO,LÍVIDO
FLOR DELICADA, FRÁGIL
DE BELEZA IMPAR
EXPRESSÃO DA UNICIDADE DA VIDA
LINDA , FOFA , MACIA
DIGNA DE ADMIRAÇÃO E CONTEMPLAÇÃO
PERFUME PRÓPRIO INCONFUNDÍVEL
QUE RESSALTA A SENSIBILIDADE, O PRAZER
IMPOSSÍVEL ENCONTRAR OUTRA IGUAL
QUE APRESENTE TANTAS EMOÇÕES
E TRANSBORDE OS LIMITES DA COMPREENSÃO
COMO SIMBOLO E EXPRESSÃO DO VERDADEIRO AMOR
PELAS CORES E SIMBOLOS QUE NOS REMETEM AS ORIGENS.
Olhares da UC: Simple is Beautiful
Olhares da UC: Simple is Beautiful
O paradigma do Small is Beautiful, publicado pelo economista inglês E. F. Schumacher durante a crise energética de 1973 e considerado um dos livros mais influentes desde a 2ª Guerra Mundial, deixou de ser válido na economia global em que hoje vivemos. Todas as estatísticas mostram que as grandes empresas são mais produtivas do que as PMEs, sendo em Portugal essas diferenças especialmente significativas: um estudo publicado este mês pela COTEC mostra que as empresas portuguesas com menos de 250 trabalhadores são responsáveis por 82% do emprego mas contribuem para apenas 68% do PIB (diferença de 14%), enquanto a média Europeia é de 67% do emprego para 58% do PIB (diferença de 9%) e na Alemanha a diferença reduz-se para 7% (60% dos trabalhadores estão em PMEs gerando 53% do PIB).
Aumentar a produtividade é imperativo para dar resposta aos desafios que Portugal enfrenta. Os números acima mostram que um dos caminhos para esse desígnio é o de fazer crescer as PMEs. Para isso, as grandes empresas e o estado têm de obrigatoriamente incorporar nos seus investimentos tecnologia das PMEs nacionais. É isto que fazem países mais eficientes do que nós a definir e executar as suas estratégias, começando desde logo pelos nossos vizinhos espanhóis. Não basta estabelecer a estratégia! 80% do sucesso está associado à execução dessa estratégia e é aí, na execução, que somos normalmente menos bons.
Stephane Garelli, professor da Universidade de Lausanne e autor de “A crise em três actos”, apontou numa conferência recente no Europarque aqueles que considera ser os quatro pilares do crescimento: 1- o “emergir dos menos pobres”, segmento da população para os quais é preciso desenvolver novos produtos adaptados ao seu baixo poder de compra; 2- a área das tecnologias limpas e da eficiência energética, em nome da sustentabilidade e para fazer face à problemática ambiental; 3- os serviços relacionados com a saúde e bem-estar da população sénior; e 4- os mercados emergentes, onde comprar significa introduzir um novo produto, ao contrário dos mercados consolidados, onde predomina a economia de substituição de produtos já existentes.
Em todos os casos, simplificar é a palavra de ordem. Simplificar não apenas nos produtos e na sua usabilidade mas também como forma de aumentar a produtividade. Na década de oitenta utilizava-se a engenharia nos processos produtivos para aumentar a produtividade trabalhando melhor. Na década de noventa recorria-se ao outsourcing para trabalhar mais barato. Na década passada a produtividade cresceu trabalhando-se noutro lado, o que deu origem à globalização. Na década actual é preciso trabalhar de forma mais simples, reduzir a complexidade, que “é coisa que os consumidores detestam”, conclui Garelli, dando como exemplo produtos com manual de instruções de tamanho proibitivo, que ninguém lê…
O paradigma do Small is Beautiful tem pois de evoluir para um Simple is Beautiful!
Sem perder eficácia, antes pelo contrário, temos de tornar mais simples, desde logo, os processos de governo e de gestão, os processos de compra e produtivos, os processos de controlo e, acima de tudo, os produtos e serviços que oferecemos ao mercado. Os consumidores querem ter experiências agradáveis na sua interacção com os produtos que usam ou com os serviços de que necessitam. Se, para além da facilidade de interacção, ainda formos capazes de introduzir uma dose qb de magia então conseguiremos diferenciar-nos da concorrência e teremos o cliente fidelizado e disposto a pagar um pouco mais para continuar a usufruir da nossa oferta por muitos anos.
Publicado por Opiniao em 25-10-2010, 05:23 Arquivado em Geral, Opinião. Pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada
O paradigma do Small is Beautiful, publicado pelo economista inglês E. F. Schumacher durante a crise energética de 1973 e considerado um dos livros mais influentes desde a 2ª Guerra Mundial, deixou de ser válido na economia global em que hoje vivemos. Todas as estatísticas mostram que as grandes empresas são mais produtivas do que as PMEs, sendo em Portugal essas diferenças especialmente significativas: um estudo publicado este mês pela COTEC mostra que as empresas portuguesas com menos de 250 trabalhadores são responsáveis por 82% do emprego mas contribuem para apenas 68% do PIB (diferença de 14%), enquanto a média Europeia é de 67% do emprego para 58% do PIB (diferença de 9%) e na Alemanha a diferença reduz-se para 7% (60% dos trabalhadores estão em PMEs gerando 53% do PIB).
Aumentar a produtividade é imperativo para dar resposta aos desafios que Portugal enfrenta. Os números acima mostram que um dos caminhos para esse desígnio é o de fazer crescer as PMEs. Para isso, as grandes empresas e o estado têm de obrigatoriamente incorporar nos seus investimentos tecnologia das PMEs nacionais. É isto que fazem países mais eficientes do que nós a definir e executar as suas estratégias, começando desde logo pelos nossos vizinhos espanhóis. Não basta estabelecer a estratégia! 80% do sucesso está associado à execução dessa estratégia e é aí, na execução, que somos normalmente menos bons.
Stephane Garelli, professor da Universidade de Lausanne e autor de “A crise em três actos”, apontou numa conferência recente no Europarque aqueles que considera ser os quatro pilares do crescimento: 1- o “emergir dos menos pobres”, segmento da população para os quais é preciso desenvolver novos produtos adaptados ao seu baixo poder de compra; 2- a área das tecnologias limpas e da eficiência energética, em nome da sustentabilidade e para fazer face à problemática ambiental; 3- os serviços relacionados com a saúde e bem-estar da população sénior; e 4- os mercados emergentes, onde comprar significa introduzir um novo produto, ao contrário dos mercados consolidados, onde predomina a economia de substituição de produtos já existentes.
Em todos os casos, simplificar é a palavra de ordem. Simplificar não apenas nos produtos e na sua usabilidade mas também como forma de aumentar a produtividade. Na década de oitenta utilizava-se a engenharia nos processos produtivos para aumentar a produtividade trabalhando melhor. Na década de noventa recorria-se ao outsourcing para trabalhar mais barato. Na década passada a produtividade cresceu trabalhando-se noutro lado, o que deu origem à globalização. Na década actual é preciso trabalhar de forma mais simples, reduzir a complexidade, que “é coisa que os consumidores detestam”, conclui Garelli, dando como exemplo produtos com manual de instruções de tamanho proibitivo, que ninguém lê…
O paradigma do Small is Beautiful tem pois de evoluir para um Simple is Beautiful!
Sem perder eficácia, antes pelo contrário, temos de tornar mais simples, desde logo, os processos de governo e de gestão, os processos de compra e produtivos, os processos de controlo e, acima de tudo, os produtos e serviços que oferecemos ao mercado. Os consumidores querem ter experiências agradáveis na sua interacção com os produtos que usam ou com os serviços de que necessitam. Se, para além da facilidade de interacção, ainda formos capazes de introduzir uma dose qb de magia então conseguiremos diferenciar-nos da concorrência e teremos o cliente fidelizado e disposto a pagar um pouco mais para continuar a usufruir da nossa oferta por muitos anos.
Publicado por Opiniao em 25-10-2010, 05:23 Arquivado em Geral, Opinião. Pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Pode deixar uma resposta, ou trackbacks a esta entrada
Mudanças de paradigmas para uma nova ordem mundial
Mudanças de paradigmas para uma nova ordem mundial
Publicado em: 09/11/2010
O atual sistema capitalista imposto pelo mercado vem se mostrando cada vez mais instável e perigoso no que tange as políticas econômicas de todo o mundo, em especial, a fragilidade dos países emergentes que se encontram cada vez mais alienados e reféns das grandes potências mundiais denominadas de mais "desenvolvidas".
Desta forma, tornou-se banal o acompanhamento diário de noticiários sobre os impactos e fragilidades atualmente vivenciados pelos países em desenvolvimento ou emergentes, no atual cenário contemporâneo, onde os efeitos econômicos assumem proporções globais num efeito "dominó" derrubando todas as economias mundo a fora.
Esta fragilidade pode ser evidenciada pelas recentes crises econômicas de algumas potências como o EUA e alguns países europeus, onde na maioria das vezes coube aos países emergentes, assim como o próprio Brasil, absorver e financiar um alto preço de uma dívida que por natureza não é sua, mas que impacta diretamente no seu desenvolvimento e evolução, gerando incertezas e dificuldades a toda uma nação.
Além desta dependência e alienação, torna-se possível notar também os grandes desafios econômicos encontrados pelos países em desenvolvimento, como o aumento de políticas protecionistas, muitas vezes injustas que fragilizam e instabilizam o fortalecimento e o desenvolvimento destes países.
Diante desta problemática, pergunta-se: Seria possível mudar este cenário? Talvez esta seja a principal fonte de preocupação e interesse de muitos líderes de países emergentes por todo o mundo, no propósito de encontrar soluções alternativas para a mudança deste paradigma, onde, poucos ditam as regras de todas as nações "menos importantes". Esta mudança já pode ser observada na formação de algumas estratégias políticas como a formação de blocos econômicos onde a união parece ganha forças e expressão de notaridade no mercado global.
Porém, além da união a real mudança parece ser possível somente com o questionamento e a reformulação do atual modelo econômico que se apresenta cada vez mais decadente e ineficiente aos problemas políticos, econômicos e sociais. Assim, uma luz se acende para uma nova ordem mundial, onde a fragilidade dos países em desenvolvimentos possa assumir o posto do desenvolvimento constante, com políticas que garantem princípios como a igualdade, a sustentabilidade e o bem estar de todos, segundo seus próprios méritos e virtudes e não mais sobre as formas de alienação e injustiças impostas pelo atual e decadente modelo capitalista.
(Artigonal SC #3637945) Donizeti Leandro de Souza -Administrador de empresas
Publicado em: 09/11/2010
O atual sistema capitalista imposto pelo mercado vem se mostrando cada vez mais instável e perigoso no que tange as políticas econômicas de todo o mundo, em especial, a fragilidade dos países emergentes que se encontram cada vez mais alienados e reféns das grandes potências mundiais denominadas de mais "desenvolvidas".
Desta forma, tornou-se banal o acompanhamento diário de noticiários sobre os impactos e fragilidades atualmente vivenciados pelos países em desenvolvimento ou emergentes, no atual cenário contemporâneo, onde os efeitos econômicos assumem proporções globais num efeito "dominó" derrubando todas as economias mundo a fora.
Esta fragilidade pode ser evidenciada pelas recentes crises econômicas de algumas potências como o EUA e alguns países europeus, onde na maioria das vezes coube aos países emergentes, assim como o próprio Brasil, absorver e financiar um alto preço de uma dívida que por natureza não é sua, mas que impacta diretamente no seu desenvolvimento e evolução, gerando incertezas e dificuldades a toda uma nação.
Além desta dependência e alienação, torna-se possível notar também os grandes desafios econômicos encontrados pelos países em desenvolvimento, como o aumento de políticas protecionistas, muitas vezes injustas que fragilizam e instabilizam o fortalecimento e o desenvolvimento destes países.
Diante desta problemática, pergunta-se: Seria possível mudar este cenário? Talvez esta seja a principal fonte de preocupação e interesse de muitos líderes de países emergentes por todo o mundo, no propósito de encontrar soluções alternativas para a mudança deste paradigma, onde, poucos ditam as regras de todas as nações "menos importantes". Esta mudança já pode ser observada na formação de algumas estratégias políticas como a formação de blocos econômicos onde a união parece ganha forças e expressão de notaridade no mercado global.
Porém, além da união a real mudança parece ser possível somente com o questionamento e a reformulação do atual modelo econômico que se apresenta cada vez mais decadente e ineficiente aos problemas políticos, econômicos e sociais. Assim, uma luz se acende para uma nova ordem mundial, onde a fragilidade dos países em desenvolvimentos possa assumir o posto do desenvolvimento constante, com políticas que garantem princípios como a igualdade, a sustentabilidade e o bem estar de todos, segundo seus próprios méritos e virtudes e não mais sobre as formas de alienação e injustiças impostas pelo atual e decadente modelo capitalista.
(Artigonal SC #3637945) Donizeti Leandro de Souza -Administrador de empresas
